Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de automação de processo novo, preparo de poliol para espuma de poliuretano automotiva

Poliol dosado a meio quilo do pedido.Em 99% de mais de 1.600 lotes.

Do caminhão de matéria-prima às injetoras, um processo químico novo com receita por lote, peso real de cada ingrediente registrado e cinco anos de produção sobre a mesma arquitetura.

Para quem precisa controlar uma formulação química por lote e saber, depois, quanto de cada ingrediente entrou em cada batelada, quem dosou e em qual balança.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Ponto de partida
Processo novo, só com fluxograma e layout de uma engenharia contratada
Recebimento, preparo do lote e abastecimento das injetoras sob um só sistema
Arquitetura
Proposta com remotas, divididas pela posição dos equipamentos
Três controladores, um por função de processo, sem custo adicional
Registro do lote
Nenhum sistema anterior para consultar
Receita e versão, operador, balança, peso pedido e peso dosado de cada ingrediente
Crescimento
Tanques de duas injetoras no projeto original
Ampliado em 2019, 2021 e 2023, com uma injetora nova, sobre a mesma arquitetura

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

De um fluxograma a mais de 1.700 lotes registrados

Uma fabricante multinacional de componentes automotivos. A planta produz peças em espuma de poliuretano moldada, feitas com dois componentes químicos, isocianato e poliol.

  1. O que havia

    Era um processo novo, sem sistema anterior para aproveitar. Isocianato e poliol chegam por caminhão e vão para tanques de armazenamento. O poliol recebe ativador e água em tanques sobre balanças e segue, já ativado, para os tanques das injetoras.

    A base de engenharia, com fluxograma e layout, veio de uma empresa de engenharia contratada pelo cliente.

  2. O problema

    A receita do poliol ativado define o produto. Cada lote precisava sair com a quantidade certa de cada ingrediente, e a fábrica precisava saber, depois, o que entrou em cada batelada, quem dosou, em qual balança, com qual receita e com qual resultado de validação.

  3. O custo de esperar

    Sem esse controle, cada lote dependeria da leitura da balança e da anotação à mão. Reconstruir o que entrou numa batelada, depois que as peças já tivessem sido injetadas, viraria investigação, e não consulta.

  4. Como a Orkan fez

    Na fase de projeto, a Orkan trocou as remotas previstas na proposta por três controladores, um por função: recebimento, preparo do lote e abastecimento das injetoras. O cliente aprovou a mudança, sem custo adicional.

    O supervisório reúne receitas com versão, ordens de produção com lote gerado automaticamente, dosagem do poliol em fase grossa e fina e as adições manuais guiadas e pesadas na mesma balança. As telas foram validadas com o cliente em duas rodadas antes da partida.

  5. O resultado

    O sistema entrou em produção em fevereiro de 2019. Até maio de 2024, registrou mais de 1.700 ordens de produção e mais de 150 recebimentos por caminhão. Nesse período, recebeu tanques novos em 2019 e 2021 e uma injetora nova em 2023, sem trocar a arquitetura.

    Cinco anos depois da partida, a base de dados ainda guardava o primeiro lote de teste, de fevereiro de 2019. Qualquer lote do período pode ser consultado com receita, versão, operador, balança e o peso de cada ingrediente.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Como os lotes foram medidos: o método para comparar peso pedido e peso dosado em mais de 1.600 lotes, e o que os números mostram e o que não mostram.
  • Por que três controladores em vez de remotas: a decisão de arquitetura tomada depois do pedido, sem custo para o cliente, e o que ela custou para a engenharia.
  • Antes e depois, componente por componente: recebimento, armazenamento, preparo do lote, abastecimento das injetoras, supervisório e registro.
  • Cinco anos de ampliações: o que entrou em cada etapa e como a lógica de abastecimento se adaptou a uma injetora que comanda as próprias válvulas.
  • As lições que repetiríamos: incluindo a de gravar o peso real de cada ingrediente, que anos depois transformou o registro de rastreio em medição de desempenho.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Só o poliol é dosado automaticamente. O resto fica na mão do operador?
Ativador e água são adicionados pelo operador, mas guiados pelo supervisório, um de cada vez, e pesados na mesma balança. O operador confirma cada adição, o sistema grava o peso real e só então libera o próximo ingrediente. Se a confirmação vier sem variação de peso, o sistema alarma.
Minhas injetoras são de fabricantes diferentes. O abastecimento conversa com todas?
O sistema troca sinais simples com cada injetora: pedido de produto, válvula aberta e nível máximo. Aqui, conviveu com injetoras que dependem dele para abrir as válvulas e com uma que comanda as próprias, e a lógica foi ajustada para abastecer as duas.

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