Orkan
Case Orkan · Transformação plástica

Uma planta inteira, da folha em branco ao primeiro lote

Automação do processo, automação das utilidades e o projeto de todos os painéis elétricos sob a mesma engenharia — repetido em três plantas novas.

greenfieldcomposto-de-pvcdry-blendprocesso-batchutilidadesprojeto-eletricoautomacao-distribuidaisa-88isa-95dosagem-gravimetrica
3 plantas Greenfield entregues a clientes distintos
2 linhas Projeto de referência, mistura quente e fria
Painéis Potência e controle projetados do zero
ISA-88/95 Receita e gestão de produção desde o startup

Não é modernizar — é conceber

Três fabricantes decidiram construir, do zero, novas plantas de composto de PVC para abastecer suas linhas de extrusão.

Não havia instalação a modernizar. Havia uma planta inteira a conceber — do recebimento de matéria-prima à alimentação das extrusoras — junto com toda a engenharia elétrica e de automação que a faz funcionar. O processo é o mesmo dry blend por bateladas; o projeto de referência tem duas linhas de mistura.

Uma folha em branco e um prazo

Num greenfield não há sistema legado a preservar nem planta de referência a copiar. Toda a automação e todo o projeto elétrico precisam ser concebidos de partida, sem o ponto de apoio de algo existente.

O escopo ia além do processo: incluía a automação das utilidades e o projeto de todos os painéis de potência e de controle, inclusive os das utilidades. E os setores ficam fisicamente afastados uns dos outros pela planta, o que a arquitetura precisava acompanhar.

Escopo único, arquitetura que segue o layout

A automação foi concebida de forma distribuída, com controladores por setor comunicando-se em rede — acompanhando a dispersão física das áreas, reduzindo cabeamento de longa distância e contendo falhas por setor.

Projeto elétrico e automação ficaram sob a mesma engenharia, o que elimina interfaces entre fornecedores e dá coerência do diagrama elétrico à lógica de controle. As utilidades — água industrial, água gelada com chillers e torres de resfriamento — entraram no mesmo sistema.

A planta nasce operável, não vira operável depois

Banco de dados, ordens de produção, receitas, cadastros e relatórios foram desenvolvidos junto com o projeto. A planta começa a produzir já com receita estruturada, batelada rastreável e gestão de produção — não adquire isso depois.

O mesmo modelo foi entregue a três clientes distintos. Repetir o projeto com fidelidade, de cliente para cliente, é o que transforma uma entrega bem-sucedida em playbook — e dá ao próximo a previsibilidade de quem já fez antes.

Por que Orkan

O que estrutura projetos como este e nos torna parceiros estrategicos.

Processo, utilidades e painéis sob uma engenharia só

Um único responsável pela planta elétrica e de automação. Menos interfaces entre fornecedores, menos risco de integração, e o diagrama elétrico coerente com a lógica de controle.

A arquitetura acompanha a planta, não o contrário

Setores fisicamente distribuídos pedem automação distribuída — um controlador por setor em rede. Menos cabeamento, falha contida por área, comissionamento e manutenção mais simples.

Gestão de produção desde o primeiro lote

Receita separada do equipamento, batelada rastreável, ordens e relatórios entregues com a planta. Rastreabilidade não é projeto de fase dois.

Um modelo que já se repetiu três vezes

A semelhança entre os três projetos não é coincidência. É um playbook, com previsibilidade de escopo, prazo e resultado para o próximo cliente.

Perguntas frequentes

Por que contratar automação e projeto elétrico no mesmo fornecedor?

Porque a interface entre eles é onde os problemas moram. Com painel e lógica sob a mesma engenharia, o diagrama elétrico e o programa nascem coerentes, não precisam ser conciliados depois, e há um só responsável quando algo não fecha.

A planta precisa nascer com gestão de produção, ou dá para adicionar?

Dá para adicionar, mas custa mais caro e chega pior. Receita estruturada e rastreabilidade de batelada afetam como a lógica de controle é escrita. Fazer isso de partida entrega uma planta operável e gerenciável no startup, em vez de um retrofit logo depois da inauguração.

Vocês dependem de uma plataforma específica de automação?

O controle foi padronizado em Siemens S7 nos três projetos, por disponibilidade de suporte e reposição de longo prazo. Mas é escolha de projeto, não dependência: a ferramenta de supervisão, por exemplo, variou de planta para planta conforme a necessidade do cliente.

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