Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de reparo de bancada de inversor de frequência CDX48, montadora de veículos

Inversor devolvido testado com carga.Laudo com o defeito localizado em 13 dias.

Um inversor CDX48 chegou com várias falhas e sobretensão. A Orkan encontrou a saída U em curto e o disparo com componentes danificados, trocou o bloco IGBT e testou a saída com carga.

Para quem mantém inversores de frequência em linhas de produção e precisa saber o que falhou dentro do equipamento antes de decidir entre reparar e comprar outro.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Saída de potência
Fase U em curto em relação ao terra
Bloco IGBT novo, saída testada com carga
Circuito de disparo
Componentes danificados e dois pulsos ausentes
Componentes trocados pelo original
Estado do inversor
Muito sujo de óleo
Placas, carcaças e ventiladores lavados e secos em estufa
Diagnóstico
Várias falhas e sobretensão, sem defeito localizado
Fonte, disparo e potência verificados em separado

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

Da saída em curto ao teste com carga

Uma montadora de veículos enviou à oficina da Orkan um inversor de frequência CDX48, com a queixa de várias falhas e sobretensão.

  1. O que havia

    O inversor entrou na oficina no fim de novembro de 2025, acompanhado da IHM. Na inspeção visual, o equipamento estava muito sujo de óleo.

  2. O problema

    A primeira medição mostrou a saída U em curto em relação ao terra. No circuito de disparo, que comanda o chaveamento do bloco IGBT, havia componentes danificados.

  3. O custo de esperar

    Com o bloco IGBT em curto, o inversor não pode ser energizado com segurança na potência. Para orçar o reparo era preciso saber se o dano parava no bloco ou se a fonte e o disparo também estavam comprometidos.

  4. Como a Orkan fez

    A bancada alimentou o barramento CC com uma ponte retificadora externa, e a fonte funcionou. As falhas externas, de entrada digital e de PTC, foram retiradas para liberar o disparo.

    Com o circuito do bloco IGBT fechado, os pulsos foram lidos no osciloscópio. Dois estavam faltando. Os optoacopladores foram trocados de posição para validar os demais pulsos.

  5. O resultado

    Depois da aprovação, os componentes do disparo foram trocados pelo original e o bloco IGBT foi substituído, com pasta térmica nova. Placas, carcaças e ventiladores foram lavados e secos em estufa. A saída foi testada com carga, o funcionamento foi gravado em vídeo e o inversor foi liberado junto com a IHM.

    Para validar os pulsos que restavam, a bancada trocou os optoacopladores de posição. Assim ficou separado o que era defeito do disparo e o que era defeito de componente.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • O roteiro de teste com o bloco IGBT em curto: barramento CC por ponte retificadora externa, falhas externas retiradas e disparo liberado.
  • Como os pulsos foram validados: a leitura no osciloscópio e a troca de posição dos optoacopladores.
  • O escopo do reparo: disparo, bloco IGBT, pasta térmica e limpeza da contaminação por óleo.
  • O teste antes da devolução: saída com carga e vídeo de funcionamento.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

O inversor chegou com várias falhas. Como saber o que precisava ser trocado?
O laudo verificou cada parte em separado. A fonte foi testada com o barramento alimentado por uma ponte retificadora externa e funcionou. O disparo foi medido no osciloscópio, com dois pulsos ausentes. O orçamento ficou nos componentes danificados do disparo, no bloco IGBT e na limpeza.
O inversor estava sujo de óleo. Isso foi tratado?
Sim. Ventiladores, carcaças e placas foram lavados e secos em estufa antes da montagem, e o bloco IGBT novo foi instalado com pasta térmica.

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