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Case de reparo de bancada de geradores de ultrassom, mineradora multinacional

Dois geradores de ultrassom reparados desde 2020.Cada vez com a causa no laudo.

Em cinco entradas, dois geradores Finnsonic de uma mineradora, contaminados por pó de ferro, voltaram da bancada com o defeito explicado, as peças trocadas e a potência testada.

Para quem mantém geradores de ultrassom ou outra eletrônica de potência em ambiente com pó metálico e precisa decidir entre reparar e comprar um equipamento novo a cada falha.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Diagnóstico
Gerador parado, sem causa conhecida
Laudo com o defeito e a causa, emitido entre 1 e 14 dias após a entrada
Potência
Bloco IGBT em curto, resistor de pré-carga aberto, sensor de corrente com defeito
Componentes trocados e potência testada em 440 Vca
Placa
Circuito de disparo carbonizado, com trilhas rompidas
Carbonização retirada e trilhas reconstruídas
Contaminação
Pó de ferro, oxidação e focos de ferrugem nas placas e na carcaça
Limpeza completa, verniz nas placas, ventiladores e parafusos oxidados trocados

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

Dois geradores de ultrassom que voltam à bancada e voltam a operar

Uma mineradora multinacional usa geradores de ultrassom Finnsonic em ambiente com pó de ferro. Desde 2020, dois deles passam pela bancada da Orkan quando falham.

  1. O que havia

    Os dois geradores são de modelos da mesma família: um FSG-482-20 PWM e um FSG-4820. Ambos trabalham alimentados em 440 Vca, num ambiente onde o pó de ferro entra no equipamento e se deposita nas placas.

  2. O problema

    Entre 2020 e 2024, os dois geradores chegaram à oficina cinco vezes. Cada entrada trouxe um defeito diferente, da memória do programa a um bloco IGBT em curto que carbonizou o circuito de disparo.

  3. O custo de esperar

    Um gerador de ultrassom com a placa de disparo carbonizada costuma ir para a lista de substituição. Sem a causa encontrada, um reparo também arrisca devolver o equipamento com o mesmo problema da contaminação que o derrubou.

  4. Como a Orkan fez

    Em cada entrada, a bancada energizou o gerador em 440 Vca, localizou o componente com defeito e registrou a causa no laudo. A recuperação foi além da peça queimada: limpeza completa, verniz nas placas, troca de capacitores, ventiladores e parafusos oxidados, renovação da pasta térmica dos semicondutores.

  5. O resultado

    Os dois geradores foram devolvidos testados em todas as entradas. Na de 2024, o gerador com a placa carbonizada teve as trilhas reconstruídas e o bloco IGBT trocado, e foi validado com a carga principal de teste da bancada.

    Na entrada de 2024, o bloco IGBT em curto tinha carbonizado o circuito de disparo e rompido trilhas da placa. A bancada retirou a carbonização, reconstruiu as trilhas e testou a potência com carga antes de pedir a aprovação do reparo completo.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • As cinco entradas, uma a uma: o defeito encontrado, a causa e o que foi trocado em cada gerador, de 2020 a 2024.
  • Como a placa carbonizada foi recuperada: da retirada da carbonização ao teste de potência com carga.
  • O que o pó de ferro faz num gerador de ultrassom: e a preventiva que entrou em cada reparo para lidar com ele.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Vale reparar um gerador com a placa carbonizada?
Neste caso, a bancada reconstruiu as trilhas, refez o circuito de disparo e testou a potência com carga. O reparo completo foi proposto com o gerador já ligado em 440 Vca.
Se o gerador volta com outro defeito, o reparo anterior falhou?
Nas cinco entradas, os defeitos foram diferentes e nenhuma OS foi registrada como retorno de um reparo anterior. A causa comum descrita nos laudos é a contaminação por pó de ferro e a oxidação, tratadas com limpeza, verniz e troca de ventiladores e parafusos.

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