Case de reparo de bancada de geradores de ultrassom, mineradora multinacional
Em cinco entradas, dois geradores Finnsonic de uma mineradora, contaminados por pó de ferro, voltaram da bancada com o defeito explicado, as peças trocadas e a potência testada.
Para quem mantém geradores de ultrassom ou outra eletrônica de potência em ambiente com pó metálico e precisa decidir entre reparar e comprar um equipamento novo a cada falha.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Uma mineradora multinacional usa geradores de ultrassom Finnsonic em ambiente com pó de ferro. Desde 2020, dois deles passam pela bancada da Orkan quando falham.
Os dois geradores são de modelos da mesma família: um FSG-482-20 PWM e um FSG-4820. Ambos trabalham alimentados em 440 Vca, num ambiente onde o pó de ferro entra no equipamento e se deposita nas placas.
Entre 2020 e 2024, os dois geradores chegaram à oficina cinco vezes. Cada entrada trouxe um defeito diferente, da memória do programa a um bloco IGBT em curto que carbonizou o circuito de disparo.
Um gerador de ultrassom com a placa de disparo carbonizada costuma ir para a lista de substituição. Sem a causa encontrada, um reparo também arrisca devolver o equipamento com o mesmo problema da contaminação que o derrubou.
Em cada entrada, a bancada energizou o gerador em 440 Vca, localizou o componente com defeito e registrou a causa no laudo. A recuperação foi além da peça queimada: limpeza completa, verniz nas placas, troca de capacitores, ventiladores e parafusos oxidados, renovação da pasta térmica dos semicondutores.
Os dois geradores foram devolvidos testados em todas as entradas. Na de 2024, o gerador com a placa carbonizada teve as trilhas reconstruídas e o bloco IGBT trocado, e foi validado com a carga principal de teste da bancada.
Na entrada de 2024, o bloco IGBT em curto tinha carbonizado o circuito de disparo e rompido trilhas da placa. A bancada retirou a carbonização, reconstruiu as trilhas e testou a potência com carga antes de pedir a aprovação do reparo completo.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.