Case de diagnóstico para retrofit em planta de composto de PVC, processo em bateladas 24/7
Dois dias numa planta de composto de PVC 24/7 juntaram o que a operação vive ao que o sistema novo precisa fazer, como base para o escopo previsto para a concorrência.
Para quem vai licitar o retrofit de uma planta em bateladas 24/7 que roda em controladores fora de linha e precisa que todos os concorrentes orcem o mesmo escopo, escrito a partir do que a operação de fato precisa.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Uma fabricante multinacional de tubos e conexões. A planta de compostos prepara, em bateladas e 24 horas por dia, o composto de PVC que alimenta a produção.
Duas torres de mistura, três misturadores, balanças, silos e moagem, comandados por controladores e remotas em rede Profibus e por uma estação de supervisão. A automação tinha cerca de vinte anos.
A engenharia do grupo já havia avaliado os riscos da planta e decidido pelo retrofit. Faltava definir o que o sistema novo deveria fazer.
Controladores, remotas e transmissores de pesagem estavam fora de linha. A supervisão era lenta, não gerava relatório de produção e não conversava com o ERP: a receita era digitada à mão.
A expectativa inicial da equipe local era repetir o sistema de outra planta do grupo.
Numa planta 24/7, cada falha em hardware sem reposição é parada sem data para voltar. E um retrofit licitado sem escopo comum volta como propostas que não se comparam, com as lacunas aparecendo na obra, quando custam mais.
Antes da visita, a Orkan enviou uma lista preliminar de funções para o cliente marcar o que era relevante. Em dois dias em campo, com a manutenção e a operação, levantou salas de painéis, remotas, moagem e silos, e acompanhou como a receita chega à produção.
O relatório se concentrou no que o sistema novo deve fazer e por quê, complementando a avaliação de riscos que o grupo já tinha.
O cliente recebeu os achados da operação com o impacto de cada um, a comparação entre repetir a solução da outra planta e uma plataforma integrada, a inclusão dos inversores no escopo e uma estratégia para trocar o sistema em fases, com a planta produzindo. A escolha do escopo ficou com ele.
A torre quase não pedia intervenção do operador. O levantamento mostrou por quê. Os limites de tolerância de dosagem estavam desativados para todos os ingredientes, exceto a resina.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.