Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de ampliação em torre de mistura de composto de PVC, processo batch

Dois misturadores, um só controle.E 28% mais bateladas por ano.

O segundo misturador entrou na torre sem CLP próprio. A lógica dos dois passou para o controlador da torre. Desde a segunda fase, a batelada sai com dosagem e mistura no mesmo registro.

Para quem opera uma torre de mistura em que o misturador tem controlador próprio e precisa andar em sincronia com o controle da dosagem, e está para instalar mais um equipamento igual.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
Um CLP e uma IHM do fabricante no misturador, além do controlador da torre
Um só controlador, o da torre, com a lógica dos dois misturadores
Sincronismo
Falha no painel do misturador parava a sequência, que só voltava em manual
Sequência única, sem dois controladores para desencontrar
Registro da batelada
87% das bateladas dosadas com os dados do misturador
99% desde a segunda fase do projeto
Capacidade
Um misturador na torre
Dois misturadores, com ordens e receitas no mesmo sistema

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

De dois controles desencontrados a um só

Um fabricante nacional de produtos plásticos para a construção. A torre de mistura dosa e mistura o composto de PVC em bateladas, e foi automatizada pela Orkan quando a fábrica foi construída.

  1. O que havia

    O misturador chegou antes de a torre ficar pronta e veio como equipamento autônomo, com CLP e IHM do fabricante, porque era preciso produzir composto logo. A integração com o controle da torre ficou para depois e não aconteceu. Anos mais tarde, o cliente decidiu instalar um segundo misturador, igual ao primeiro, trazido de outra unidade.

  2. O problema

    Torre e misturador trabalham em sequência e precisam andar juntos. Uma falha no painel do misturador fazia a torre dar a resina como descarregada enquanto o misturador não registrava nada.

    A sequência parava e só voltava em manual, e o que se dosava nessa retomada ficava fora do registro.

  3. O custo de esperar

    O projeto contratado instalava o segundo misturador igual ao primeiro. Isso duplicaria o problema num processo que roda em bateladas o dia inteiro, com mais um par de controladores para sincronizar e mais ocasiões para a sequência parar e a batelada perder o registro.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan alertou o cliente, que pediu uma proposta para eliminar os CLPs dos dois misturadores. A lógica deles passou para o controlador da torre, os blocos de dosagem do primeiro foram replicados para o segundo, e cada misturador ganhou uma estação remota em rede no lugar do CLP, com o inversor ligado ao mesmo controlador.

    A partida foi em duas fases: os misturadores em fevereiro e o abastecimento de resina em setembro.

  5. O resultado

    Os dois misturadores passaram a produzir na mesma torre, sob o mesmo controle. Em 2020, a torre fez 28% mais bateladas que em 2018, e desde a segunda fase 99% das bateladas dosadas também têm os dados do misturador.

    O pedido original era instalar o segundo misturador igual ao primeiro. A ampliação acabou fazendo a integração que o primeiro esperava desde a construção da fábrica.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • As cinco decisões de engenharia: da mudança no escopo contratado às remotas no lugar dos CLPs, cada uma com o custo que trouxe.
  • O resultado medido na base de produção: bateladas por misturador e por ano, e o registro completo por período.
  • Antes e depois, componente por componente: controle, entradas e saídas dos misturadores, inversores, dosagem, resina, ordens e supervisão.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que um equipamento autônomo "provisório" precisa sair do projeto com data para ser integrado.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

O misturador perde alguma função sem o controlador do fabricante?
A premissa do projeto foi manter o funcionamento semelhante ao anterior e levar as informações de manutenção para o novo controle. O que mudou foi quem comanda a sequência. O misturador deixou de ter sequência própria, justamente para não se desencontrar da torre.
E se o segundo misturador for usado, vindo de outra planta?
Foi o caso. O painel dele passou por uma revisão contratada pelo cliente para ficar igual ao do primeiro, e a Orkan refez os esquemas elétricos dos dois misturadores com as estações remotas no lugar dos CLPs.

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