Case de ampliação em torre de mistura de composto de PVC, processo batch
O segundo misturador entrou na torre sem CLP próprio. A lógica dos dois passou para o controlador da torre. Desde a segunda fase, a batelada sai com dosagem e mistura no mesmo registro.
Para quem opera uma torre de mistura em que o misturador tem controlador próprio e precisa andar em sincronia com o controle da dosagem, e está para instalar mais um equipamento igual.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Um fabricante nacional de produtos plásticos para a construção. A torre de mistura dosa e mistura o composto de PVC em bateladas, e foi automatizada pela Orkan quando a fábrica foi construída.
O misturador chegou antes de a torre ficar pronta e veio como equipamento autônomo, com CLP e IHM do fabricante, porque era preciso produzir composto logo. A integração com o controle da torre ficou para depois e não aconteceu. Anos mais tarde, o cliente decidiu instalar um segundo misturador, igual ao primeiro, trazido de outra unidade.
Torre e misturador trabalham em sequência e precisam andar juntos. Uma falha no painel do misturador fazia a torre dar a resina como descarregada enquanto o misturador não registrava nada.
A sequência parava e só voltava em manual, e o que se dosava nessa retomada ficava fora do registro.
O projeto contratado instalava o segundo misturador igual ao primeiro. Isso duplicaria o problema num processo que roda em bateladas o dia inteiro, com mais um par de controladores para sincronizar e mais ocasiões para a sequência parar e a batelada perder o registro.
A Orkan alertou o cliente, que pediu uma proposta para eliminar os CLPs dos dois misturadores. A lógica deles passou para o controlador da torre, os blocos de dosagem do primeiro foram replicados para o segundo, e cada misturador ganhou uma estação remota em rede no lugar do CLP, com o inversor ligado ao mesmo controlador.
A partida foi em duas fases: os misturadores em fevereiro e o abastecimento de resina em setembro.
Os dois misturadores passaram a produzir na mesma torre, sob o mesmo controle. Em 2020, a torre fez 28% mais bateladas que em 2018, e desde a segunda fase 99% das bateladas dosadas também têm os dados do misturador.
O pedido original era instalar o segundo misturador igual ao primeiro. A ampliação acabou fazendo a integração que o primeiro esperava desde a construção da fábrica.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.