Case de retrofit em forno de têmpera e curvatura de vidro plano, fabricante multinacional
O CLP S5, as remotas e a visualização de um forno de têmpera de vidro foram trocados por S7-300 e supervisório em PC, e a mesma base seguiu recebendo melhorias nos anos seguintes.
Para quem responde por um forno ou máquina de processo que ainda roda em S5, com uma visualização que trava e peças que já não se compram, e não pode parar a produção por uma semana.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 20 deles tiraram plantas do Siemens S5.
Um fabricante multinacional de vidros técnicos. O forno aquece, curva e tempera vidro plano, com as cargas oscilando dentro dele antes de seguir para a curvatura e o resfriamento.
O forno era comandado por um CLP Siemens S5 135U, com remotas da mesma família, e operado por uma visualização montada num cartão de CLP. Quatro dos cinco inversores dos movimentos eram de geração anterior.
CLP, remotas, inversores, carregadores de baterias e visualização estavam obsoletos. A visualização travava com frequência, a ponto de prejudicar a produção.
E o cliente pôs uma condição: depois da troca, o forno tinha de manter as características de funcionamento que a operação conhecia.
Com componentes sem reposição, uma falha de CLP, remota ou inversor viraria busca por peça com o forno parado. E, de outubro ao fim do ano, parar o forno por sete dias era praticamente impossível.
A Orkan levantou o funcionamento real em campo, inclusive em quatro dias no terceiro turno com os operadores, e submeteu uma descrição de funcionamento à aprovação do cliente antes de programar. O programa S5 foi convertido para o S7, e o controle de temperatura foi redesenhado com a gerência do cliente, com decisão registrada em ata.
O sistema foi testado em simulação na Orkan, e a implantação foi planejada para a parada final ser curta.
O forno partiu com o sistema novo no início de novembro de 2013.
Nos anos seguintes, o cliente voltou: em 2016, 2017 e 2018, a mesma base recebeu melhorias de operação, um diagnóstico de velocidade eixo a eixo e novas funções no aquecimento.
Cinco anos depois da troca, o forno ganhou um teste automático de resistências queimadas: o supervisório interrompe o aquecimento, liga uma resistência por vez e aponta a que não puxa corrente.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.