Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de integração na estação de tratamento de efluentes de uma planta de excipientes farmacêuticos

Elevatórias novas, telas de sempre.No padrão que a equipe já conhecia.

Três bombas, dois agitadores e os instrumentos de dois tanques de efluentes ganharam um painel novo, ligado ao CLP e ao supervisório que já controlavam a estação.

Para quem responde pelas utilidades de uma planta e precisa acrescentar bombas, tanques ou instrumentos a um sistema que já funciona, sem criar uma segunda automação para a operação e a manutenção aprenderem.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Acionamento
Bombas a remanejar para elevatórias recém-construídas, sem painel no local
Painel IP66 ao tempo, junto aos tanques, com um inversor em rede para cada motor
Supervisão
Supervisório da estação sem as novas bombas, agitadores e tanques
Tudo nas telas existentes, com a mesma navegação, cores e comandos
Instrumentos
Medidores do efluente instalados em outras tubulações
pH, condutividade, TOC, temperatura, nível e vazão dos dois tanques numa remota do painel
Proteção
Risco de transbordo a controlar com as bombas na nova posição
Bombas intertravadas com o nível dos tanques de origem e do tanque que recebe

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

Das elevatórias novas às telas de sempre

Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. Este projeto não foi na produção, e sim na estação de tratamento de efluentes da planta.

  1. O que havia

    A planta estava adequando o tratamento de efluentes. Novas elevatórias tinham sido construídas, e as bombas precisavam ser remanejadas para elas, junto com dois tanques intermediários, os seus agitadores e os medidores do efluente.

  2. O problema

    Faltava o painel para acionar três bombas e dois agitadores, instalado ao tempo, ao lado dos tanques.

    E a estação já tinha CLP e supervisório. O painel novo precisava entrar neles, com comando local e remoto e com as bombas intertravadas para o tanque que recebe o efluente não transbordar.

  3. O custo de esperar

    Um painel isolado, com lógica e telas próprias, obrigaria a operação a acompanhar a estação em dois lugares e a manutenção a conhecer dois padrões. E, numa estação de efluentes, bomba sem intertravamento com o tanque de destino é risco de transbordo.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan respondeu à especificação do cliente item a item e absorveu, em revisões registradas, o que o cliente acrescentou ao escopo.

    O painel ganhou uma remota em rede com o CLP existente e um inversor para cada motor. A lógica e as telas foram escritas na estrutura e nos padrões que a estação já usava.

  5. O resultado

    Depois do startup, bombas e agitadores passaram a ser comandados pelo painel ou pelo supervisório, em manual ou em automático, com os intertravamentos de nível. Num ajuste seguinte, a rotação das bombas passou a acompanhar o nível dos tanques.

    Para a operação, as novas elevatórias apareceram nas telas com as mesmas cores, símbolos e comandos das que já existiam.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • A resposta item a item à especificação: e como o escopo cresceu em revisões sem deixar premissa ou exclusão sem registro.
  • Integrar, e não montar um sistema à parte: a remota em rede e o padrão de código e de telas que foi seguido.
  • Os intertravamentos de cada motor: o que bombas e agitadores verificam antes de partir em automático.
  • Antes e depois, componente por componente: painel, estrutura, acionamentos, rede, instrumentos, supervisão e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo o que combinar com o cliente sobre os instrumentos de campo antes do startup.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Dá para mexer no programa de uma estação que já está em operação?
Aqui, o trabalho partiu dos programas-fonte atualizados do CLP e do supervisório, fornecidos pelo cliente. A proposta deixou por escrito que nenhum painel, software ou circuito alheio ao projeto seria alterado.
Quem cuida da parte mecânica dos instrumentos?
Ficou definido por escrito. A partir da segunda revisão, a Orkan passou a fixar os sensores de nível e de temperatura e a montar os instrumentos dos cavaletes numa placa nova. O fornecimento dos sensores e as adaptações na tubulação ficaram com o cliente.

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