Case de automação na modernização de uma planta de excipientes farmacêuticos
Responsável pela automação, a Orkan projetou os painéis, a rede e o software de uma planta em modernização, e comissionou tudo junto com a montagem.
Para quem vai modernizar uma planta de processo em fases e precisa que a automação acompanhe a obra, sobre um projeto básico de terceiros, com montagem em campo e decisões de processo chegando até a partida.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.
Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. A planta passava por uma modernização em duas fases, com equipamentos novos, sala elétrica nova e mais automação no processo.
O processo vai do reator e dos tanques de decantação aos decanters, ao moinho, às moegas com pesagem, às roscas, às extrusoras e ao secador. O projeto básico era de uma engenharia terceira, e a implantação estava com uma empresa contratada.
A Orkan ficou responsável pela automação, trabalhando junto com essa empresa.
A automação tinha de ficar pronta no ritmo da obra. Painéis, rede e software precisavam nascer antes de o campo estar montado, e as máquinas semiautomáticas, operadas por botoeiras locais, teriam de entrar no mesmo controle.
No meio do caminho surgiram painéis adicionais, e a lógica de partida da linha ainda não estava definida.
Numa modernização por fases, a automação que atrasa segura a partida da planta inteira. Equipamento montado sem controle é investimento parado, e cada decisão de processo que chega tarde vira retrabalho num painel já pronto.
A Orkan projetou quatro painéis, montou na própria oficina os que estavam no seu fornecimento e guardou a eletrônica do CLP até a partida. Desenhou a rede Profinet com mais de 40 inversores e as balanças em rede.
Em campo, comissionou em paralelo com a montagem, e cada decisão de processo foi fechada em reunião com o cliente e registrada em ata.
Cinco dias depois de a CPU ser instalada em campo, os testes com produto começaram numa extrusora e no secador, e a segunda linha foi comissionada na semana seguinte. Os esquemas dos painéis foram revisados como construídos depois da partida.
A rede foi desenhada já com os endereços dos acionamentos da fase seguinte. Meses depois da partida, a segunda extrusora ganhou tela na IHM e intertravamentos sobre essa mesma rede.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.