Case de auditoria de automação em usina de cogeração que abastece um complexo corporativo
Uma auditoria cruzou processo, projeto elétrico, rede e programa do CLP para mostrar ao operador onde uma falha vira parada geral e quais caminhos havia para mudar isso.
Para quem responde por uma usina ou utilidade crítica que roda há anos sobre um único CLP, com módulos saindo de linha e documentação que já não bate com o campo.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Uma operadora de usina de cogeração que fornece energia e água gelada a um complexo corporativo. Geradores a gás e a diesel, chillers de absorção e elétricos e torres de resfriamento operam sob um único sistema de automação.
Todo o controle da usina passava por um único CLP, ligado a remotas por três redes diferentes. Ao longo dos anos, a usina foi ampliada, e cada expansão teve seu próprio projeto.
A usina funcionava. O que a operadora queria saber era como ela se comportaria diante das falhas que já conhecia.
Na passagem da concessionária para os geradores, os geradores não davam conta da carga total. Parte dos módulos de controle já estava fora de linha, e a documentação não refletia as mudanças feitas no campo.
Faltava uma visão única de como processo, energia e automação dependiam uns dos outros.
Com um só controlador, a falha de um cartão de entrada e saída pode parar o CLP e, com ele, a usina inteira. Numa queda de energia, parte dos equipamentos dependia do controlador para partir. Sem o mapa, cada falha vira investigação feita durante a emergência.
A Orkan auditou a usina em camadas: o fluxograma do processo, o projeto elétrico e as prioridades de carga, a rede de campo analisada a partir da configuração real, o programa do CLP e a documentação.
O cruzamento dessas camadas virou uma tabela única de dependências. O relatório preliminar foi apresentado à operadora, e a revisão final incorporou os comentários da equipe dela.
A operadora recebeu cada fragilidade com impacto e recomendação, a explicação da sobrecarga dos geradores e uma proposta de arquitetura em três grupos autônomos, pensada para aproveitar a instalação existente. A ordem de implantação ficou para decisão dela, com a viabilidade econômica na mesa.
O cruzamento das dependências mostrou que um mesmo chiller precisava de três painéis de controle diferentes funcionando para operar.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.