Case de assessoria técnica preventiva em planta de produtos químicos, com visitas mensais
Em visitas mensais programadas, a automação de uma planta química virou um mapa com a criticidade, as peças de reposição, os riscos e as recomendações de cada painel.
Para quem responde pela manutenção de uma planta com sistemas de épocas e fornecedores diferentes e precisa saber onde está o risco da automação antes de decidir onde investir.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Uma fabricante multinacional de produtos químicos. A planta formula, armazena e envasa produtos químicos, com utilidades próprias de água e de tratamento de efluentes.
A Orkan já atendia a planta em serviços corretivos e em projetos anteriores. A automação reunia sistemas de épocas e fornecedores diferentes: formulação e dosagens com remotas por tanque, tancagem, tanques pulmão, efluentes, envasadoras, água para cosméticos, osmose reversa e água de reúso.
O cliente queria planejar a manutenção dos equipamentos principais. Para isso, precisava saber, painel a painel, o que cada um controla, que documentação existe, que peças estão fora de linha ou sem reposição e onde está o risco de funcionamento.
Esse conhecimento não se forma no atendimento por chamado, que olha só para o painel que falhou.
Sem o mapa, o risco aparece na forma de falha. Uma peça sem reposição, um painel sem projeto elétrico atualizado ou um controlador que atende dois processos e para os dois são descobertos no meio da parada, quando a decisão é a mais cara e a menos pensada.
A assessoria foi contratada com visitas mensais programadas, mesmo sem máquina parada. As visitas registradas vão de outubro de 2020 a maio de 2021. A primeira visita levantou todo o parque instalado e marcou uma data para a análise de cada sistema.
Em cada rodada, um engenheiro da Orkan preencheu a mesma ficha para cada painel: função, dados elétricos, documentação existente, peças de reposição, riscos e recomendações. O relatório foi reemitido a cada rodada.
Em maio de 2021, a planta tinha 28 painéis de 15 sistemas mapeados, 18 deles classificados como críticos, com 161 peças de reposição listadas e recomendações para cada painel. Os documentos e programas encontrados ficaram reunidos por sistema.
Nos anos seguintes, projetos e propostas da Orkan para a planta tocaram pontos que o mapa já registrava.
Em 2021, o mapa registrou que uma das envasadoras dependia de placas eletrônicas feitas sob medida, sem reposição no mercado nacional. Em 2024, essas peças saíram da máquina num projeto de modernização, trocadas por itens de mercado.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.