Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de upgrade de CLP e adequação à NR-12 em dupladeira de folha de alumínio

Nove dias de parada eram inviáveis.A troca foi feita em sete.

Troca do S7-400 por S7-1500, com a segurança no mesmo controlador, e proteções novas no padrão NR-12 da planta, numa máquina que a produção não podia ceder por nove dias.

Para quem precisa modernizar o controle e adequar uma máquina à NR-12 e não consegue da produção a parada que o projeto pede.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Controle
S7-400 com a lógica escrita em blocos CFC
S7-1500 no mesmo local, com o programa migrado para o TIA Portal
Segurança
Grades e travas fora do padrão que a planta já usava nas outras máquinas
6 portas e portões travados e monitorados, com I/O de segurança no mesmo CLP
Operação
Mesa de comando com IHM antiga e indicadores analógicos
Painel novo com PC industrial e supervisório, sobre a mesma mesa
Parada
9 dias corridos pedidos, inviáveis para a produção
7 dias de parada, com pré-montagem e parte do trabalho fora da janela

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

De nove dias pedidos a sete de parada

Uma laminadora multinacional de alumínio. A máquina é uma dupladeira da área de folha, operada por uma só pessoa a partir de uma mesa de comando em piso elevado.

  1. O que havia

    O controle era um S7-400 com a lógica escrita em blocos CFC, e a operação era feita numa mesa de comando com IHM de geração anterior e indicadores analógicos. Grades e travas das portas não seguiam o padrão de segurança que a planta já tinha adotado nas outras máquinas.

  2. O problema

    Eram dois problemas no mesmo equipamento: um controle de geração anterior e proteções fora da NR-12 no padrão da planta. Resolver os dois exigia parar a máquina.

    O plano de instalação e partida pedia 7 dias úteis de máquina parada, 9 dias corridos. O cliente avaliou e concluiu que era inviável.

  3. O custo de esperar

    Esperar não resolvia nada. A máquina seguiria operando com proteções fora do padrão da planta e com um controle de geração anterior, e a exigência da NR-12 continuaria lá. A saída era caber numa janela que a produção aceitasse.

  4. Como a Orkan fez

    A Orkan e o cliente separaram o que exigia a máquina parada (mesa de comando, troca do controlador e os dois portões deslizantes) do que podia ser feito em intervalos sem produção. O plano reservou três dias úteis de pré-montagem antes da parada, e os eletricistas do cliente assumiram a passagem de cabos, com material e orientação da Orkan.

    A remota de segurança ficou ao lado da nova CPU, no lugar do S7-400, sem painel de segurança separado. A posição das grades foi definida com o engenheiro responsável pela apreciação de riscos, antes de fabricar.

  5. O resultado

    Em março de 2025, depois de sete dias de parada, a dupladeira estava com o S7-1500, o painel de operação novo e as grades instaladas, com portas e portões travados e monitorados pelo mesmo controlador. A apreciação de riscos teve laudo final e o cliente deu o aceite. O projeto elétrico do novo hardware foi atualizado depois da instalação.

    Das seis portas e portões da proteção nova, o plano deixou só dois dentro da janela de parada. Os outros quatro, com travas e botoeiras, foram instalados nos intervalos em que a máquina já não produzia.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Como nove dias viraram sete: o que ficou dentro da parada, o que saiu dela e o que o cliente assumiu para encurtar a janela.
  • As cinco decisões de engenharia: da segurança no mesmo controlador ao duplo canal nos botões internos, cada uma com o custo que trouxe.
  • Antes e depois, componente por componente: controlador, I/O de segurança, rede, painel de operação, proteções, acessos e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que a conversa sobre a janela de parada tem de ser feita com uma lista de tarefas, e não com um número de dias.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

A NR-12 obriga scanner de área em toda máquina com grade?
Não necessariamente. Aqui, como a máquina é operada por uma só pessoa, a apreciação de riscos dispensou o scanner de área. A unidade hidráulica também ficou sem grade, protegida com correntes antichicoteamento nas mangueiras.
A máquina não tem manual e os esquemas estão desatualizados. Dá para fazer assim?
Este cliente também não tinha os manuais de operação e estava refazendo os esquemas elétricos em CAD durante o projeto. O ponto de partida foram o programa existente do controlador e o levantamento em campo, e o projeto elétrico do novo hardware foi atualizado depois da instalação.

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