Case de sistema de utilidades em planta farmacêutica, implantado em etapas
Geração solar, exaustão de fumaça dos depósitos e medição de energia e água por prédio entraram, uma etapa por vez, na mesma base de dados e na mesma tela, aberta pelo navegador.
Para quem responde pelas utilidades de uma planta e precisa de dados de energia, água e equipamentos confiáveis e num lugar só, sem que cada nova medição vire mais um sistema para manter.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.
Uma farmacêutica multinacional, numa planta de medicamentos em operação, que precisava de dados de utilidades confiáveis para operar, decidir e acompanhar as próprias metas de sustentabilidade.
Em 2023, a planta instalou três usinas fotovoltaicas e pediu uma supervisão para elas que pudesse receber depois as demais utilidades. Os dados de geração ficavam só na nuvem do fabricante dos inversores.
Havia um sistema antigo de medição de energia e água, mas ele estava desativado, e ninguém podia confirmar se os medidores instalados funcionavam.
A planta precisava de um monitoramento preciso e centralizado de água e energia, para o controle da operação e para os indicadores internos. Ao mesmo tempo, os depósitos tinham central de alarme de incêndio e dampers funcionando, mas nada ligava um ao outro.
Sem uma base única, cada indicador de consumo depende de leitura avulsa, e cada nova medição tende a nascer como ilha, com outra tela e outro banco para manter. Nos depósitos, nada fazia a troca de recirculação para exaustão a partir do alarme.
A Orkan montou uma plataforma de coleta: coletores de campo com controlador, leitura direta da nuvem dos inversores e um banco central, com supervisão aberta pelo navegador e rádios em malha ligando prédios distantes.
As etapas seguintes entraram como camadas: a exaustão de fumaça e a medição do prédio 3 em 2024 e, em 2025, energia, água e status de equipamentos dos demais prédios e utilidades, com água e energia antecipadas por causa dos indicadores.
Geração solar, consumo de energia e água, ETE, compressores, óleo diesel e o estado da exaustão dos depósitos ficaram na mesma interface. O sistema foi entregue com manual de operação e seguiu em sustentação em 2026, recebendo bibliotecas novas sem mudar de base. Em junho de 2026, a base tinha 14 coletores ativos, 10 em campo e 4 lendo a nuvem dos inversores, com 74 equipamentos, 505 variáveis e mais de 25 milhões de leituras gravadas desde agosto de 2024. Os dados de energia e água alimentam os indicadores de sustentabilidade do cliente.
A plataforma nasceu para três usinas solares. Dois anos depois, recebia energia, água, ETE, compressores, óleo diesel e a exaustão de fumaça dos depósitos, sem trocar de banco nem de tela.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.