Case de retrofit de I/O remoto numa linha de planificação de chapas de metais não ferrosos
As oito estações remotas de uma linha presa a uma rede proprietária sem reposição passaram para I/O atual, ligado ao AutoMax pelo ControlLogix que já existia. O AutoMax seguiu no controle.
Para quem mantém uma linha que ainda roda em AutoMax ou em outro controlador antigo e precisa tirar o I/O de campo de uma plataforma sem peças, sem reescrever a lógica de controle.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.
Uma grande metalúrgica de não ferrosos. A linha planifica chapas de metais não ferrosos e opera com automação instalada nos anos 1990.
O controle roda em CPUs AutoMax ligadas pela rede DCSNet. Os sinais de campo chegam por oito estações remotas: uma mesa de comando, quatro postos de comando e três painéis remotos, todos numa rede proprietária de I/O.
Uma modificação anterior já tinha colocado um ControlLogix nessa mesma DCSNet.
A plataforma das remotas está descontinuada. O cliente tinha algumas placas recondicionadas, mas não um estoque completo para repor o que falhasse.
Os esquemas elétricos existiam só em PDF escaneado.
Sem peça de reposição, a queima de uma remota pode parar a linha pelo tempo que levar para achar uma placa. E trocar o controlador junto, reescrevendo uma lógica de décadas, somaria ao risco do hardware o risco de mudar o comportamento da máquina.
O ControlLogix que já estava na rede virou a ponte: recebe o I/O novo em EtherNet/IP e entrega os sinais ao AutoMax pela DCSNet. O AutoMax continua no controle, com o mapeamento ajustado e a lógica como estava.
A troca foi planejada remota por remota, em paradas curtas, com os sinais novos validados antes de desativar a rede antiga.
A Orkan levantou o funcionamento da rede AutoMax, inclusive traduzindo o manual do módulo de rede, e montou a lista de I/O ponto a ponto, do endereço antigo ao registrador que o AutoMax passa a ler.
O projeto elétrico das oito remotas foi feito a partir dos esquemas escaneados. Depois da primeira troca, as sete remotas restantes foram divididas em duas etapas, com testes prévios.
A primeira remota foi trocada e partida em dois dias, dentro do cronograma. Na configuração final dos controladores, as portas da rede antiga que atendiam às oito remotas estão desativadas, e as alterações no AutoMax se concentram na configuração da rede e no mapeamento, sem reescrita da lógica de controle.
Nenhum controlador novo entrou na linha. O ControlLogix instalado numa troca anterior passou a fazer a ponte, e a modernização ficou no I/O e no mapeamento entre as redes.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.