Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de engenharia de documentação em planta de excipientes farmacêuticos

Uma planta, um só padrão de P&ID.Desenhado a partir do que está em campo.

Os fluxogramas de quatro áreas de produção e das utilidades foram levantados em campo, redesenhados num padrão único e ligados ao histórico de tags da planta.

Para quem responde por uma planta de processo cujos fluxogramas foram feitos em épocas e padrões diferentes, e que precisa de P&IDs em que engenharia, manutenção e novos projetos possam confiar.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Fluxogramas
Desenhos de épocas e origens diferentes, cada um no seu formato
53 folhas de P&ID num padrão único, das áreas de produção às utilidades
Padrão de desenho
Nenhuma regra própria da planta para P&ID
Norma interna de P&ID escrita pela Orkan e aprovada pelo cliente
Tags
Tag antigo como referência da gestão de ativos
Tag novo no padrão do grupo, com tabela de correspondência
Padrão do grupo
Padrão corporativo ainda não aplicado aos desenhos da planta
Folhas no modelo, nas camadas e nos prefixos do grupo

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

Dos desenhos avulsos ao P&ID de referência

Uma fabricante de excipientes farmacêuticos, parte de um grupo multinacional. A planta tem quatro áreas de produção e utilidades próprias, de vapor e óleo térmico a água desmineralizada.

  1. O que havia

    Os fluxogramas que a planta tinha vieram de momentos diferentes da sua história. Havia desenhos de projetos de ampliação, diagramas de utilidades de anos distintos e até isométricos no lugar de fluxograma, cada um com a sua numeração e o seu jeito de representar.

  2. O problema

    Não havia uma regra da planta para P&ID, e o grupo tinha o seu próprio padrão corporativo de tags e símbolos.

    Havia ainda uma preocupação concreta: a gestão de ativos da planta estava apoiada no tag dos equipamentos, e o tag teria de mudar.

  3. O custo de esperar

    Sem um P&ID em que se possa confiar, cada ampliação, compra de equipamento ou análise de processo começa por um novo levantamento em campo. E trocar o tag sem registrar a correspondência cortaria a ligação com o histórico de cada ativo.

  4. Como a Orkan fez

    Antes da primeira folha, a Orkan escreveu o padrão: uma norma interna de P&ID que condensa ISA, DIN e ISO no perfil do processo e das equipes da planta, com informação útil também para a manutenção elétrica e de automação.

    Uma área de menor complexidade serviu de modelo para calibrar método e formato. O levantamento foi feito em campo, com um técnico experiente do cliente, e quando o padrão do grupo chegou, os desenhos foram levados para ele.

  5. O resultado

    A planta recebeu 53 folhas de P&ID das quatro áreas de produção e de oito sistemas de utilidades, em arquivos editáveis, e uma tabela que liga cada tag antigo registrado ao tag novo.

    Dois anos depois, as mesmas folhas, já revisadas, voltaram à mesa como documento de referência do cliente para um novo projeto na planta.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Como a norma interna foi montada: quais normas entraram, o que foi simplificado e por que o P&ID também precisa servir à manutenção.
  • O método da área modelo: como uma área pequena fixou formato e rotina antes de o trabalho seguir para as demais áreas.
  • Padrão local e padrão do grupo: como os desenhos foram levados ao padrão corporativo e onde a Orkan propôs complementá-lo.
  • Tag antigo, tag novo e ID do equipamento: a distinção que protegeu a gestão de ativos da planta durante a troca de tags.
  • As lições que repetiríamos: incluindo o que perguntar no kickoff quando o cliente pertence a um grupo com padrão próprio.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

E se o grupo já tem um padrão corporativo de P&ID?
Foi o que aconteceu aqui. Quando o grupo enviou o modelo de folha, as camadas e os prefixos de tag, os desenhos foram levados para esse padrão. Onde ele não definia como representar e identificar equipamentos, a Orkan levou à engenharia do grupo uma proposta baseada nas normas DIN e ISO.
Os arquivos ficam editáveis pela equipe da planta?
Sim. As folhas foram entregues em DWG, editáveis no AutoCAD, como definido no kickoff, e a tabela de tags em planilha. A norma interna diz como manter o mesmo padrão nas próximas revisões.

Outros cases de engenharia para a indústria farmacêutica