Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de continuidade operacional em leito fluidizado de sólidos orais, em ambiente GMP

Reserva pronta antes da falha.E o supervisório validado segue igual.

Um conjunto de CLP reserva idêntico ao instalado e um PC industrial novo rodando o supervisório existente, sem mudar a arquitetura de controle.

Para quem responde por um equipamento validado que depende de uma CPU fora de linha e de um PC de supervisão antigo, e não quer abrir uma revalidação completa só para trocar hardware.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
CLP
CPU descontinuada pelo fabricante, sem peça de reposição
Conjunto reserva idêntico, com o programa da planta carregado
Supervisão
PC antigo, preso ao sistema operacional original do supervisório
PC industrial novo rodando o mesmo supervisório em máquina virtual
Energia do PC
Nobreak do conjunto fora de operação
UPS com desligamento seguro e religamento automático
Arquitetura de controle
Validada, com a CPU original
A mesma, sem alteração de lógica nem de supervisório

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.

Da peça que não existe à reserva na prateleira

Uma farmacêutica multinacional. O leito fluidizado faz a granulação e a secagem de uma linha de sólidos orais, em ambiente GMP.

  1. O que havia

    O leito era comandado por um CLP Rockwell CompactLogix e operado num PC com o supervisório do fabricante da máquina, que registra alarmes, receitas e relatórios de lote. O conjunto funcionava e estava validado.

  2. O problema

    A CPU do CLP saiu de linha e deixou de ter reposição. O PC e o monitor eram antigos, e o nobreak do conjunto já não funcionava.

    Trocar a CPU por uma atual resolveria a reposição, mas exigiria revalidar o equipamento e o processo.

  3. O custo de esperar

    Uma falha na CPU ou no PC, sem peça para trocar, deixaria o leito parado sem data para voltar. E, enquanto nada acontece, cada queda de energia desliga o PC de supervisão de qualquer jeito.

  4. Como a Orkan fez

    O cliente decidiu não mexer no que estava validado, e a Orkan trocou o hardware em volta dele. Montou um conjunto de CLP reserva idêntico ao instalado, com o programa da planta, e preparou um PC industrial novo que roda o supervisório existente numa máquina virtual, falando com o mesmo CLP.

    O cronograma previa integrar tudo em bancada antes da parada: CLP, PC, monitor touch e UPS, com o suporte do monitor projetado para o espaço do painel.

  5. O resultado

    Na parada, o PC novo assumiu a supervisão do leito, o monitor touch ocupou o lugar do antigo e a UPS passou a proteger o PC. A configuração ficou descrita em manuais, para ser repetida no PC reserva ou num equipamento de substituição.

    Se a energia cai, o PC espera dois minutos, desliga sozinho com segurança e, quando a energia volta, religa e abre o supervisório sem que ninguém precise apertar um botão.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • Por que a CPU descontinuada ficou: a decisão de repetir o modelo instalado, o que ela protege e o risco que continua existindo.
  • Como o supervisório mudou de hardware sem mudar: do PC antigo à máquina virtual no PC industrial, com a mesma comunicação com o CLP e a mesma inicialização.
  • A sequência da UPS, da queda ao religamento: os tempos escolhidos e por que o desligamento por tempo fixo venceu o desligamento por carga da bateria.
  • Antes e depois, componente por componente: CLP, PC, supervisório, monitor, energia e documentação.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que migrar a máquina virtual não basta para o supervisório abrir sozinho.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Isso atende ao 21 CFR Part 11?
Não, e isso ficou escrito desde a proposta. Com o supervisório mantido, não há como acrescentar trilha de auditoria sem mudar o sistema. Quando o objetivo é o Part 11, o caminho é trocar o controle, como no granulador dos relacionados.
E a validação do equipamento?
Ficou com o cliente, como previsto em contrato. A estratégia foi reduzir o que precisaria ser revalidado; CPU, programa e supervisório continuaram os mesmos, e o trabalho foi planejado para entregar o equipamento à validação na data que o cliente definiu.

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