Case de continuidade operacional em leito fluidizado de sólidos orais, em ambiente GMP
Um conjunto de CLP reserva idêntico ao instalado e um PC industrial novo rodando o supervisório existente, sem mudar a arquitetura de controle.
Para quem responde por um equipamento validado que depende de uma CPU fora de linha e de um PC de supervisão antigo, e não quer abrir uma revalidação completa só para trocar hardware.
A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues. Mais de 30 deles foram em plantas do setor farmacêutico.
Uma farmacêutica multinacional. O leito fluidizado faz a granulação e a secagem de uma linha de sólidos orais, em ambiente GMP.
O leito era comandado por um CLP Rockwell CompactLogix e operado num PC com o supervisório do fabricante da máquina, que registra alarmes, receitas e relatórios de lote. O conjunto funcionava e estava validado.
A CPU do CLP saiu de linha e deixou de ter reposição. O PC e o monitor eram antigos, e o nobreak do conjunto já não funcionava.
Trocar a CPU por uma atual resolveria a reposição, mas exigiria revalidar o equipamento e o processo.
Uma falha na CPU ou no PC, sem peça para trocar, deixaria o leito parado sem data para voltar. E, enquanto nada acontece, cada queda de energia desliga o PC de supervisão de qualquer jeito.
O cliente decidiu não mexer no que estava validado, e a Orkan trocou o hardware em volta dele. Montou um conjunto de CLP reserva idêntico ao instalado, com o programa da planta, e preparou um PC industrial novo que roda o supervisório existente numa máquina virtual, falando com o mesmo CLP.
O cronograma previa integrar tudo em bancada antes da parada: CLP, PC, monitor touch e UPS, com o suporte do monitor projetado para o espaço do painel.
Na parada, o PC novo assumiu a supervisão do leito, o monitor touch ocupou o lugar do antigo e a UPS passou a proteger o PC. A configuração ficou descrita em manuais, para ser repetida no PC reserva ou num equipamento de substituição.
Se a energia cai, o PC espera dois minutos, desliga sozinho com segurança e, quando a energia volta, religa e abre o supervisório sem que ninguém precise apertar um botão.
O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.