Orkan Automação Industrial Conversar com um engenheiro

Case de adequação à NR-12 em célula robotizada de montagem de componentes automotivos

Segurança da célula revista risco a risco.Antes da parada programada.

Antes da parada, cada risco do laudo ganhou status e responsável. Depois, os relés de segurança deram lugar a um CLP de segurança com trava, muting e emergências.

Para quem responde por uma célula robotizada com laudo de NR-12 em mãos e precisa transformar a lista de riscos em proteção instalada, sem travar o fluxo de peças e dentro de uma janela de parada.

Conversar com um engenheiro
AntesDepois
Lógica de segurança
Relés de segurança dedicados, um por função
Um CLP de segurança com a lógica configurada e verificada página a página
Porta de acesso
Sensor magnético na porta da célula
Trava de segurança, com botoeira de travar e destravar e indicação de status
Cortina de luz
Posição sem espaço para os sensores de muting
No centro da área de pick, com muting por sensores indutivos
Riscos do laudo
18 riscos apontados na apreciação
Cada risco com status e responsável, registrados em ata antes da parada

A Orkan tem mais de 35 anos de automação industrial e mais de 400 projetos entregues.

Do laudo com 18 riscos à célula protegida

Uma fornecedora multinacional de componentes automotivos. Na célula, um robô industrial monta conjuntos pré-montados que chegam por uma área de pick, abastecida por racks que descem por gravidade.

  1. O que havia

    A segurança da célula dependia de relés de segurança dedicados, de um sensor magnético na porta de acesso e de uma cortina de luz entre a pré-montagem e a área de pick. Havia dois circuitos de emergência, o da linha e o da célula.

  2. O problema

    Um laudo de apreciação de riscos pela NR-12 apontou 18 riscos na célula. O escopo contratado cobria três deles: a trava da porta, o muting da cortina e as emergências.

    Ao detalhar a execução, a Orkan cruzou esse escopo com o laudo inteiro. O conjunto proposto no início, discutido antes do laudo completo, não cobria todos os riscos, e a cortina, na posição em que estava, não deixava espaço para os sensores de muting.

  3. O custo de esperar

    Os riscos da célula eram de esmagamento, com lesão que o laudo classifica como permanente. Instalar só o que estava no papel deixaria proteção nova ao lado de riscos sem dono. E a janela de parada era curta: o que não estivesse decidido antes dela ficaria para a próxima.

  4. Como a Orkan fez

    Antes da parada, a Orkan levou ao cliente, em reunião registrada em ata, a análise risco a risco: o que estava definido e seria executado, o que dependia de uma solução ainda a estudar e o que ficava com a manutenção da planta.

    Na execução, planejada para a parada, os relés deram lugar a um CLP de segurança ligado aos canais de segurança do robô. A porta ganhou trava, a cortina foi para o centro da área de pick com muting por sensores indutivos e as duas emergências passaram ao controlador. A Orkan também absorveu a lógica de um portão novo pedido pelo cliente.

  5. O resultado

    A configuração do controlador de segurança foi fechada na semana da parada programada, com todas as páginas de lógica verificadas. Meses depois, a mesma configuração, ampliada com novas cortinas e funções, estava verificada no equipamento em operação.

    A análise que mudou o projeto foi feita antes da parada, não durante. Antes de a linha parar, cada um dos 18 riscos já tinha dono, e a janela ficou reservada ao que estava decidido.

O que está no case completo

O relatório técnico que a equipe de engenharia usa para decidir se o mesmo caminho serve para a sua planta.

  • O mapa dos 18 riscos: o status e o responsável de cada um, e o critério usado para separar o que entraria na parada.
  • As seis decisões de engenharia: da troca dos relés à cortina no centro da área de pick, cada uma com o custo que trouxe.
  • O cálculo do muting: a distância mínima entre sensores e o que ela impôs à posição da cortina de luz.
  • Antes e depois, dispositivo por dispositivo: lógica de segurança, porta, cortinas, emergências e sinais para o robô.
  • As lições que repetiríamos: incluindo por que o laudo completo precisa estar na mesa quando o escopo é definido.

Perguntas que costumam vir antes da decisão

Os dispositivos de segurança que já existem na célula são descartados?
Não. A cortina de luz foi reposicionada, não trocada, e os dois circuitos de emergência existentes foram integrados ao controlador de segurança. O que saiu foram os relés dedicados e o sensor magnético da porta.
E os riscos que não cabiam na parada?
Ficaram registrados em ata. Os de abastecimento e retirada de racks seguiram para uma análise própria, com opções como portão automático, duas cortinas de luz ou scanner de segurança. Os demais ficaram com a manutenção da planta, cada um identificado.